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Informação

Introdução

O projeto homenageia a cultura de uma das mais prestigiadas instituições policiais portuguesas com um edifício rigoroso, mas de escala humanizada, perfeitamente integrado na envolvente. Construído com base numa hierarquia de recuos geométricos, a imagem exterior reflete linhas sóbrias com superfícies envidraçadas, intercaladas por elementos opacos, numa composição equilibrada entre volumes e vãos. Esta aparente transparência e aleatoriedade minimiza o impacto exterior comum em edifícios desta dimensão.

No interior, o espaço foi equipado com alta tecnologia e dispositivos de segurança que fazem da sede da Polícia Judiciária um dos edifícios corporativos mais avançados em Portugal. Por outro lado, a inclusão de pátios priorizou o recurso à iluminação natural, proporcionando jogos de claridade e sombra e espaços de trabalho agradáveis e minimizadores do stress e da agitação. No topo do novo edifício foi construído um heliporto e, no exterior, criado estacionamento para mais de 500 viaturas.

Detalhes

  • Localização Lisboa, Portugal
  • Setor Edifícios Públicos
  • Ano 2014
  • Área 98.000 m2
  • Cliente IGFIJ
  • Fase Construído

O projeto incluiu a construção de um novo edifício com ligação física em passadiço ao edifício existente, obras de beneficiação e recuperação do edifício dos serviços prisionais, a construção de uma nova portaria e a requalificação dos espaços exteriores. O empreendimento está implantado no terreno orientado a nordeste/sudoeste, com a volumetria máxima de 11 pisos acima da cota soleira, articulados segundo eixos de comunicação próprios. Dois grandes pátios centrais intercalam os volumes e unificam o conjunto edificado. Todos os novos edifícios do complexo foram dotados de flexibilidade e capacidade modelar, antecipando possíveis reorganizações espaciais, caso a orgânica dos serviços assim o determine.

«O conceito passou por evocar uma maior proximidade entre a lógica tradicional de um edifício público deste tipo, num conjunto de escala humanizada, rigoroso mas não austero, dominante mas não dominador. Que assumisse a sua condição de instituição sem ter uma escala opressiva.»

Miguel Saraiva

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