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Informação

Introdução

O cliente pretendia levar os consumidores a descobrir novas texturas, cores e cenários a cada passo e a cada nova visita ao seu espaço. Para ir ao encontro destas expectativas, o projeto empenhou-se em desenvolver quatro zonas de interesse, que apelassem a uma experiência capaz de responder a estados de espírito diferenciados. Foi pensado um bar, os sushi bars, uma área de restauração mais convencional e o spot japonês. Parte da fachada foi resolvida em vidro, de forma a que quem está de fora possa estabelecer contacto com o interior e avaliar o conforto e dinamismo oferecidos. A entrada do Sushicafé, à semelhança de todo o restante espaço, usa de uma ambiência sofisticada, mas convidativa. A cor predominante é o branco, que se espraia pelo pavimento, paredes e tetos recolhidos conferindo delicadeza e harmonia ao conjunto. O Sushi Bar, localizado na área de restauração, tem uma camada de personalidade adaptada ao ambiente.

A bancada de trabalho, destinada à cozinha ao vivo, apresenta um padrão claro, num feixe branco subtil. A qualidade da luz mantém-se como um jogo de transparência e sombras e, por isso, não existe espaço à monotonia e uniformidade com uma gradual e suave mudança de tons. Contrastando com o branco sofisticado presente no espaço, uma suave cor dourada não adiciona apenas um toque de requinte, mas também o calor do design. A mesma linguagem está refletida no spot japonês, onde as paredes assumem a forma de painéis perfurados, fazendo com que a luz esteja ritmicamente exposta. Esta aglomeração de características distintivas fluem em todas as direções possíveis – não existem barreiras, não existe disrupção, apenas atitude. Este espaço marca um ponto de viragem na cultura japonesa na sua linguagem arquitetónica.

Detalhes

«Foi criado um conceito que surpreendesse os clientes com novas texturas, cores e cheiros em cada recanto do espaço. Como não podia deixar de ser – num restaurante onde o peixe é protagonista - o mar e o mundo submerso foram a chave-do projecto. No fundo, queríamos criar esculturas com vida própria, onde a figura humana pudesse deambular entre corais, areia e ondas (formados por lâminas horizontais brancas).»

Ana Contente

Project Leader

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