Saraiva+Associados

04.02.2022

A Primeira Bomba Atómica da História na S+A

 

A Criatividade e a Inovação habitam na S+A e a arte é um agente provocador e inspirador da nossa arquitetura. Cruzamos a arquitetura com todas as disciplinas e a arte convive nos espaços que criamos, integra as nossas linhas e desafia o nosso pensamento.

A “Little Boy” é uma nova edição da obra exposta na mostra “Linguistic Ground Zero”, apresentada no MAAT em 2018, do reconhecido artista plástico português João Louro que entra agora no nosso atelier para mais uma onda de turbulência conceptual – a primeira bomba atómica da história – com mensagens gravadas, é simples e contundente: destruição, graffiti e referências poéticas escritas unem-se.

Um nome incontornável da arte contemporânea portuguesa, João Louro rasga conceitos através de obras que comunicam entre gerações. João Louro subverte “a imagem na cultura contemporânea, a partir de um conjunto de representações e símbolos do universo visual coletivo”. Representante de Portugal na prestigiante Bienal de Veneza de 2015 com a exposição / Will Be Your Mirror / Poems and Problems, o rico espólio do artista integra importantes coleções públicas e privadas como a Fundação Calouste Gulbenkian, o Museu de Arte do Rio, no Brasil, ou o Museum of Contemporary Art em San Diego, nos EUA.

Para Miguel Saraiva, fundador e CEO da S+A, “É para nós um privilégio receber a “Little Boy” no nosso atelier, para estimular o exercício constante de alteração de paradigmas que estrutura o nosso estar na arquitetura, no território e no mundo. A impressiva peça “Little Boy”, através da sua linguagem, vem ajudar-nos a desconstruir o passado para desenharmos o futuro que nos desafia hoje. É, assim, com um imenso orgulho que instalamos no nosso espaço a criação “Little Boy” de João Louro.”

João Louro, por seu lado, acrescenta que “uma obra de arte vive, porque é vivida. Traz a memória consigo, mas é também futuro. A “Little Boy” contém em si várias camadas de comunicação e irá revelar-se, lentamente, a todos os que com ela se cruzarem. Será um trabalho de descoberta e cada espectador seguirá um caminho diferente. A obra falará a todos, sendo por isso uma obra plural, mas falará sempre de forma individual. Trata-se de uma obra que contém relevos, zonas sinuosas e outras planas, vales profundos onde não entra o sol e cumes cheios de luz. É um mapa de um território desconhecido.
Que melhor local do que um atelier de arquitectura para revelar este “mapa”? O atelier S+A sabe o que é cruzar o desconhecido e com esta obra traz outra vez o futuro.

Para ambos, “a arte e a arquitectura têm em comum uma característica que é a de trazerem qualidade à vida de todos. Quando se está rodeado de boa arte e boa arquitectura, há uma garantia de que isso acontece. E de que falamos quando dizemos “boa” arte e “boa” arquitetura? Falamos de complexidade, da viagem do racional ao emocional, sem se deter em pré-conceitos, na exigência da profundidade do pensamento, no relacionamento de saberes em áreas diferentes, na vontade de risco e no de contornar o medo. A isso se chama evolução daqueles que fazem. E se a arte e a arquitetura estiverem juntas, ambas querem o impossível.”

Clique na imagem abaixo para ver mais sobre instalação.

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